segunda-feira, 21 de novembro de 2011

António Teixeira Conclusão

António Teixeira Conclusão




Com a realização deste trabalho podemos concluir que o trabalho sobre António Teixeira é escassa, não se encontra muito quanto ao seu trabalho, nem foi muito reconhecido, tendo como obra de destaque e onde obteu algum reconhecimento na obra ”te deum”,
Muitos não o levavam a sério, como anteriormente referimos, algumas pessoas duvidaram na sua colaboração no teatro “As variedades de Proteu”, pelo enorme êxito alcançado.
A partir dessa altura o compositor vai desmotivando, visto que é o momento em que começamos a ter desconhecimento das suas passadas, não sabendo ao certo quantas obras mais veio a realizar, nem mesmo do local onde morreu, tendo os historiadores ainda duvidas sobre o seu falecimento, como anteriormente referimos.

Gostamos de realizar este trabalho, mas temos pena que este nosso antepassado não esteja tão bem “re”conhecido como gostaríamos, visto tratar-se de uma pessoa com vários trabalhos de qualidade, um dos compositores de maior importância da primeira metade do séc. XVIII, e chegando mesmo a ser um dos vários bolseiros em Roma de D.João V, merecia um papel de mais destaque, e pensamos que havia mais a dizer sobre a sua vida e mais reconhecimento a dar-lhe pelas suas obras e trabalho desenvolvido.
Por isso, gostámos muito de realizar este trabalho, porque sabemos que com ele, estaremos a passar o pouco que sabemos da história da vida desta ilustre pessoa que tanto trabalhou e fez pelo nosso mundo, e que tão pouco o mundo tem a dizer sobre ele.
Alexandre Santos nº2 11ºE
Ricardo Bravenboer nº19 11ºE

António Teixeira Obras

António Teixeira


Nas obras que realizou temos obrigatoriamente que fazer um destaque merecido para a sua obra :
 “Te Deum” : fruto dos conhecimentos adquiridos em Roma, provou o seu elevado estatuto de destaque ao tratar-se de uma das grandes glórias da corte de D.Joao V , por conseguir ter igual destaque a obras de Vivaldi e Telemann , e por conseguir traduzir e aplicar da melhor maneira os conhecimentos ou inovações aprendidos durante a sua longa e educativa estadia.

Obras por ele realizadas :
 Missas (music);
 Miserere;
 Lamentations of Jeremiah the Prophet;
 Motetes;
Te Deum, 1734 (has been recorded by The Sixteen/Harry Christophers);
Óperas.

 











 
 Alexandre Santos nº2 11ºE
Ricardo Bravenboer nº19 11ºE



António Teixeira

António Teixeira

Nasceu no dia 14 de Maio de 1707 e morreu em 1769 em Lisboa. 

António Teixeira foi um dos compositores de maior importância da primeira metade do séc. XVIII, e um dos vários bolseiros em Roma de D.João V.

Em 1714 entre 1728 foi estudar para Roma, no dia 11 de Junho no mesmo ano foi eleito  Capelão-cantor da Sé de Lisboa.

Em Roma ele destacou-se pelo cargo ocupado de mestre da capela da Patriarcal, entretanto escreveu motetes e outros serviços religiosos de grande qualidade, fez ainda oito óperas e algumas cantatas de música profana, como: Guerras de Alecrim e Menjerona, As Variedades de Proteu, O Labirinto de Creta e O Precipício de Faetonte .

No tempo que passou em Itália embora em moldes diversos, dirijiu-se a um auditório bastante vasto , no Teatro do Bairro Alto.

Os seus textos e musica muitos perderam-se, tal como outros empreendimentos musicais como : “os encantos de medeia” ,“anfitrião” ou “labirinto de Creta”.
Mas temos ainda algumas referencias quanto aquilo que realizou…

No carnaval de 1737 sabemos que se representou teatralmente “As Guerras do Alecrim e da Manjerona” para a qual António Teixeira terá escrito a música dando uma boa qualidade artística ao fruto de trabalho.

Pouco se sabe de António Teixeira, alguns historiadores pensam que terá falecido no terramoto de 1755, outros não , levando a crer que apenas morreu em 1769 em Lisboa.

Mas para todos ficou no coração e mente em todos aqueles que o estudaram ou que praticavam teatro de opera na época, seguindo seu exemplo.

E em 30 de Junho de 1793 inaugura-se o teatro de S.Carlos com o compositor português Leal Moreira a fazer referencia ao seu nome. 





















Alexandre Santos nº2 11ºE
Ricardo Bravenboer nº19 11ºE

Marcos Portugal (Parte 1)

Marcos António da Fonseca Portugal nasceu em Lisboa, a 24 de março de 1762. Foi aluno de João de Sousa Carvalho, compositor e músico português. Com 14 anos, realizou a sua primeira composição e aos 21 era já organista e compositor da Sé Patriarcal de Lisboa.
(Marcos Portugal)


Em 1785, tendo já terminado os estudos com Sousa Carvalho, iniciou a sua brilhante carreira, sendo nomeado mestre do Teatro do Salitre. Escreveu farsas, entremezes e modinhas para este teatro, onde também representou as suas primeiras obras, sendo exemplo “Os bons amigos” (1786), “O amor conjugal” (1790) e “O amante militar” (1791).

(Teatro do Salitre)

As suas melodias acabaram por cair no gosto da corte, a qual o encarregou de realizar obras religiosas para o Palácio Real de Queluz e para outras capelas utilizadas pela Família Real.

(Palácio Real de Queluz)



Ana Olas, Daniela Marques e Maria Ferreira

Marcos Portugal (Parte 2)

Em 1792, Marcos Portugal viajou para Itália como pensionista régio. Terminado o período de aperfeiçoamento, permaneceu mais alguns anos, fixando-se em Nápoles. Compôs várias óperas segundo o estilo italiano, as quais foram muito bem recebidas e encenadas em vários palcos da Europa, sendo algumas das obras traduzidas para alemão e russo.
Ao todo, escreveu vinte obras em Itália, principalmente óperas bufas e farsas.


(Modinha dedica a D. Carlota Joaquina, Princesa do Brasil, 1793)

Regressou a Lisboa em 1800 e foi-lhe entregue o cargo de regente da capela real e do Teatro de São Carlos, para o qual compôs várias óperas, tal como “La morte di Semiramide”.


(La morte di Semiramide, 1801)

Ana Olas, Daniela Marques e Maria Ferreira

Marcos Portugal (Parte 3)

Em 1807, com a chegada das tropas de Napoleão, a Família Real fugiu para o Brasil. No entanto, Marcos Portugal permaneceu em Lisboa, chegando inclusive a trabalhar para os franceses, compondo concertos comemorativos da ocupação de Portugal.
Foi apenas quatro anos depois, em 1811, que viajou para o Rio de Janeiro. Foi muito bem recebido pela corte exilada, sendo nomeado compositor oficial da Corte e Mestre da Música de Suas Altezas Reais os Infantes.


(Hino patriótico composto por Marcos Portugal, 1709)

Em 1813 foi inaugurado, no Rio de Janeiro, o Teatro Real de São João, para o qual Marcos Portugal compôs também várias obras, especificamente religiosas.
Tinha uma posição privilegiada na corte, ensinando música ao príncipe Pedro, futuro Pedro I do Brasil e IV de Portugal.

(D. Pedro I do Brasil, Pedro IV de Portugal)

Em 1821, foi vítima de dois ataques apopléticos, de modo que não pôde acompanhar D. João VI quando a corte regressou a Portugal. A 17 de fevereiro de 1830, sofreu o AVC que lhe foi fatal.

Ana Olas, Daneila Marques e Maria Ferreira

Conclusão

Para concluir este trabalho, referimos que Marcos Portugal foi dos mais importantes músicos que Portugal já teve, não tendo nenhum outro atingido a mesma projeção internacional que as suas óperas obtiveram.
Para quem é amante de ópera, este trabalho foi absolutamente "delicioso" de se fazer e, mesmo tendo ele terminado, continuaremos a ouvir Marcos Portugal.

As fontes que consultámos foram:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcos_Portugal
GORINA, Valls, Que é a Música?, Verbo Lisboa, 1971 (págs. 164 a 165)

Ana Olas, Daniela Marques e Maria Ferreira