Obras públicas
No século XVIII, D.
João V levou a cabo uma política de obras públicas. Vários são os factores dos
quais beneficiou o soberano, nomeadamente: uma pacificação geral durante o seu
reinado, circunstância que o deixou liberto para tentar estruturar a arte
portuguesa e dotá-la de métodos e obras de dimensão europeia. Contou também com
uma situação financeira invejável proporcionada pelo ouro e diamantes
provenientes do Brasil.
D. João V
Escudo do monarca no portal
da Biblioteca joanina
Mas, se as
circunstâncias são favoráveis, não é menor o empenho pessoal do monarca, que
tinha presente os objectivos de engrandecimento pessoal e de fé, que são
sustentados pelo absolutismo, uma vez que o poder vem directamente de Deus.
Assim, a construção de
obras religiosas era simultaneamente em honra de Deus, da Virgem e dos Santos,
mas também do próprio D. João V.
A magnanimidade régia exerce-se praticamente por
todo o país, embora com maior ênfase nas áreas próximas de corte. Decidimos
então apresentar seis destas grandiosas obras públicas, nomeadamente: a Igreja
do Menino de Deus, o Palácio das Necessidades, a Capela de S. João Baptista, a
Biblioteca Joanina e a Capela-mor de Sé de Évora.
Andreia, Rute e Sofia


Atenção: vejam comentário no post acima.
ResponderExcluirProf.
adorei
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