sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Obras Públicas


Obras públicas
No século XVIII, D. João V levou a cabo uma política de obras públicas. Vários são os factores dos quais beneficiou o soberano, nomeadamente: uma pacificação geral durante o seu reinado, circunstância que o deixou liberto para tentar estruturar a arte portuguesa e dotá-la de métodos e obras de dimensão europeia. Contou também com uma situação financeira invejável proporcionada pelo ouro e diamantes provenientes do Brasil.
           
           
                                                             D. João V                                         



                                  Escudo do monarca no portal da Biblioteca joanina

Mas, se as circunstâncias são favoráveis, não é menor o empenho pessoal do monarca, que tinha presente os objectivos de engrandecimento pessoal e de fé, que são sustentados pelo absolutismo, uma vez que o poder vem directamente de Deus.
Assim, a construção de obras religiosas era simultaneamente em honra de Deus, da Virgem e dos Santos, mas também do próprio D. João V.
 A magnanimidade régia exerce-se praticamente por todo o país, embora com maior ênfase nas áreas próximas de corte. Decidimos então apresentar seis destas grandiosas obras públicas, nomeadamente: a Igreja do Menino de Deus, o Palácio das Necessidades, a Capela de S. João Baptista, a Biblioteca Joanina e a Capela-mor de Sé de Évora.


Andreia, Rute e Sofia

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